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sexta-feira, agosto 04, 2017

Galeria da Estação


Galeria da Estação


A galeria da estação é na verdade um enorme complexo, recentemente reconstruído, composto por 3 espaços de galeria com uma entrada separada cada, no piso térreo e uma série de salas brancas no primeiro andar.


O edifício está preparado para mostrar arte, tem sistemas suspensos nas galerias, luz, tetos altos, stands. Os 8 quartos do primeiro andar são menores e são perfeitos para instalações, instalações sonoras ou projetos privados. Este estabelecimento oferece tudo para experimentação.



quinta-feira, agosto 03, 2017

Museu da Imagem


Museu da Imagem


Este museu é especializado em fotografia e tudo conectado com imagem. É bem conhecido por ter uma agenda densa, localização central e qualidade das condições de exposição. O museu oferece 3 amplas salas de exposição com decoração rústica e sistema profissional de luz e suspensão. Vídeo Sala de projeção pode ser fornecida.

sábado, julho 29, 2017

Casa dos Crivos


Casa dos Crivos


Este edifício patrimonial do século XVI é surpreendentemente preservado e tem uma função de galeria de arte no coração de Braga.


Pequeno do lado de fora, dentro de si tem 3 andares de amplos espaços de exposições: paredes brancas e pisos brilhantes de madeira, com todas as condições necessárias para mostrar qualquer tipo de trabalhos iniciais, desde pinturas até instalações. 


A luz está bem desenhada, há uma sala de projeção.




sexta-feira, julho 28, 2017

Edifício do Castelo


Edifício do Castelo


Bem no centro de Braga encontra-se um edifício que, se não está abandonado, poucas pessoas saberão quem lá se encontra e os serviços que lá funcionam. Refiro-me ao edifício da antiga Escola Comercial de Braga, que ocupa uma grande parte da rua do Castelo.

A Infraestruturas de Portugal é dona de cerca de um terço deste edifício do início do século XX da autoria do arquiteto José Marques da Silva. Desde há alguns meses que o município e a Universidade do Minho, que é dona dos outros dois terços deste prédio, vêm negociando uma solução que permita a transferência da propriedade para a câmara. A intenção é viabilizar um projeto de reabilitação daquele espaço, ainda que não esteja ainda definida a modalidade desse acordo nem o uso futuro do equipamento.

quinta-feira, julho 27, 2017

Livraria Centésima Página


Livraria 100.ª Página


Este lugar é feito para descansar e relaxar com bons livros e deliciosos bolos. A livraria ocupa todos os edifícios, com café no andar de baixo e várias galerias criativas no andar de cima. Cada canto desta loja é arte; existem condições para mostrar pinturas, gráficos, livros de artistas, esculturas.


 Há também um jardim protegido anexado ao edifício, onde ocorrem shows e apresentações de verão.


quarta-feira, julho 26, 2017

Palácio do Raio

Este exemplo exclusivo de arquitetura barroca é aconselhado por todos os guias de viagem. Está disponível para mostrar esculturas, instalações ou projeções de vídeo, etc. Existem vários quartos disponíveis para obras de arte e um terraço.


Palácio do Raio


Manuel Pereira da Silva
Adamastor, 1995
Gesso sobre estrutura de alumínio
35cmx63cmx27cm 


Manuel Pereira da Silva
Homem e Mulher, 1978
Gesso sobre estrutura de alumínio
40cmx110cmx30cm


Manuel Pereira da Silva
Sem Título, 1962
Gesso sobre estrutura de alumínio
34cmx130cmx28cm 

terça-feira, julho 25, 2017

Art-Map


Termas Romanas do Alto da Cividade

Depois de ter passado por Aveiro e Ponte de Lima o ‘Art-Map’ chega agora a Braga. Para esta terceira edição, este projeto de arte nacional lançou um desafio aos artistas participantes para que, a partir de uma visão mais contemporânea, retratassem o barroco, um estilo fortemente vincado na cidade de Braga.

Madina Ziganshina, responsável pela curadoria deste Festival-Roteiro de Artes, referiu na inauguração da mostra na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, que este roteiro estava inicialmente pensado para integrar 50 expositores mas, dado o grande volume de artistas a concorrer e ao aumento dos espaços disponíveis para acolher estas obras, foi possível elevar o número para 80, correspondendo a 270 obras distintas.


A curadora mostrou-se particularmente “feliz” por trazer este roteiro à cidade de Braga, “uma das cidades mais bonitas de Portugal”.

segunda-feira, julho 24, 2017

Caminhada pela ART-MAP


O circuito inaugural do evento decorreu este sábado, dia 22 de julho, pelas 15h00, tendo início na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva. O circuito percorreu os seguintes locais: 15h30 nas Termas Romanas do Alto da Cividade; 16h00 no Palácio do Raio; 16h30 na Livraria 100.ª Página; 17h00 na Galeria Privada Mestre Alberto Vieira; 17h30 na Casa dos Crivos; 18h00 no Edifício do Castelo/Rua do Castelo; 18h30 no Museu da Imagem e 19h00 na Galeria da Antiga Estação CP.


domingo, julho 23, 2017

Cerimonia de inauguração da ART-MAP de Braga

Cerimonia de inauguração da ART-MAP de Braga na Biblioteca Lúcio Craveiro.

Art-Map “Pensar Barroco” é um projeto artístico que visa mapear Portugal com arte. O projeto organiza anualmente exposições de arte contemporânea de grande escala em diferentes cidades, convidando artistas portugueses e estrangeiros, conhecidos e emergentes, para fascinar-se com a autenticidade das localidades, viver a história e expor nas melhores galerias.

Este ano, de 22 de julho a 9 de setembro, o Art-Map apresenta-se em Braga com 270 obras em nove edifícios históricos da cidade: pinturas, esculturas, instalações, fotografia e vídeo arte, arte sonora e livros de artistas. O evento inclui também várias residências artísticas, conferências com os artistas, workshops, uma performance do duo teatral espanhol Balázs Várnai e Mercé de Rande e um concerto do lendário Homem do Trigo.

Os 80 artistas participantes foram selecionados a partir de 311 propostas recebidas para expor em Braga e são representantes de 21 países, incluindo, além da UE, Israel, Índia, Dubai, EUA, Cuba, Canadá, Brasil e Costa Rica. Entre eles, estão artistas portugueses como Alberto Vieira, Carlos Araújo, Carlos Teixeira, Costa Araújo, Patrícia Ferreira e Manuel Pereira da Silva.

“Pensar Barroco” foi o desafio proposto aos artistas para revitalizar nas suas criações os motivos do barroco, estudando o estilo e os seus conceitos e como se pode manifestar na contemporaneidade.
Este Festival-Roteiro das Artes convida os visitantes a orientarem-se pelo mapa e, num dia, visitar os nove espaços no centro da cidade, usufruindo da exposição da arte contemporânea organizada com curadoria de Madina Ziganshina.

quarta-feira, julho 19, 2017

segunda-feira, julho 03, 2017

'Exibição de arte Internacional "pensando o Barroco" em Braga

Quatro esculturas de Manuel Pereira da Silva foram selecionadas para participar na 'Exibição de arte Internacional "pensando o Barroco" em Braga verão de 2017' que decorrerá de 21 de julho a 9 de setembro, organizada pela ART-MAP e pela Câmara Municipal de Braga. O evento vai ocorrer no Palácio do Raio (Galeria da Misericórdia), Museu da Imagem, Galeria da Estação, INATEL, Centésima Página, Livraria Lúcio Craveiro e a Galeria do Mestre Alberto Vieira. Nestes edifícios históricos testemunhos do barroco Português vão receber agora arte contemporânea.


Este ano o projeto ART-MAP recebe 311 propostas com cerca de 820 trabalhos artísticos de 65 artistas que foram selecionados para a exibição ou para intervenções/conferências.

O evento conta com a colaboração de parceiros institucionais:
INATEL de Braga
FLUP (Faculdade de Letras de Universidade do Porto)
23 Miles – projeto de transformação cultural da municipalidade de Ílhavo
Escola de Jazz de Braga
Galeria do Mestre Alberto Vieira

quinta-feira, agosto 30, 2012

Exposição na Sociedade Nacional de Belas Artes

 
Exposição de Artes Plásticas organizada pela Fundação Calouste Gulbenkian, na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Dezembro de 1957 e repetida no Ateneu Comercial do Porto com o patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian, em Junho de 1958.

O Ateneu Comercial do Porto, na esteira das suas tradições de coletividade votada com o mais dedicado interesse aos problemas artísticos e culturais, tomou a iniciativa de repetir nesta cidade o essencial desse importante mostruário, documento vivo do alto nível atingido pelos nossos artistas modernos.
 
 
 

Manuel Pereira da Silva apresentou o busto do fotojornalista, António Silva.

 

terça-feira, agosto 09, 2011

Casa-Museu Teixeira Lopes


Inauguração da exposição de Manuel Pereira da Silva na Casa-Museu Teixeira Lopes.

quinta-feira, junho 23, 2011

Exposição de escultura, pintura e desenho




Visita virtual da Exposição de escultura, pintura e desenho "Envolvências..." de Manuel Pereira da Silva, momentos antes de ser inaugurada, no dia 23 de Junho de 2011, no Parque Biológico de Gaia.
Esta Exposição vai estar patente até 7 Julho de 2011

quinta-feira, março 17, 2011

Pedro Nunes


Vídeo do discurso que fiz na inauguração da Exposição de escultura “Envolvências…” de Manuel Pereira da Silva, que se realizou no dia 12 de Março de 2011 (Sábado), pelas 15h30, na Casa-Museu Teixeira Lopes/Galeria Diogo Macedo.
Esta Exposição vai estar patente até 23 Abril de 2011

terça-feira, março 15, 2011

Delfim Sousa



Vídeo do discurso inaugural, do Dr. Delfim Sousa, na Exposição de escultura “Envolvências…” de Manuel Pereira da Silva, que se realizou no dia 12 de Março de 2011 (Sábado), pelas 15h30, na Casa-Museu Teixeira Lopes/Galeria Diogo Macedo.
Esta Exposição vai estar patente até 23 Abril de 2011

domingo, março 13, 2011

TimeOut Porto



A revista Time Out Porto, do mês de Março, destaca na página 56 como “A nossa escolha, para esta semana: Manuel Pereira da Silva, na Casa Museu Teixeira Lopes, no dia 12 de Março (Sábado), Exposição de escultura de um autor representativo das tendências artísticas das épocas em que viveu.”

quarta-feira, março 09, 2011

Exposição de escultura “Envolvências…” de Manuel Pereira da Silva



Exposição de escultura “Envolvências…” de Manuel Pereira da Silva, que se realiza no dia 12 de Março de 2011 (Sábado), pelas 15h30, na Casa-Museu Teixeira Lopes/Galeria Diogo Macedo.

Exposição patente até 23 Abril de 2011 Terça-feira, das 14h00 às 17h00 Quarta-feira a sexta-feira, das 10h00 às 17 h00 Sábado, domingo e feriados, das 10h00 às 17h00. Encerra à segunda-feira. Rua Teixeira Lopes, 32

4400-164 V.N. Gaia

Telefone: 22 375 12 24

Telemóvel: 91 103 18 13

Fax. 22 370 20 95


domingo, novembro 28, 2010

Ana Ruivo

Ana Ruivo foi a investigadora responsável pela selecção das obras da colecção de Arte Abstracta do Millennium BCP. Esta colecção é ampla na dimensão e na cronologia que abrange, diversificada nos suportes, variada na proveniência. Resulta de uma herança de longo percurso que associa, numa só, a história de várias instituições financeiras. Fundidas sob a designação Millennium bcp desde 2003, foram incorporadas na empresa diferentes entidades bancárias e com elas, o património, os contextos, os discursos artísticos que cada uma reuniu, experimentou e absorveu enquanto exercia actividade.

Concebida a diferentes tempos, a colecção é consequência de quatro eixos fundamentais do ponto de vista patrimonial: o que se formalizou por via do Banco Comercial Português, criado em 1985, o que através dele se adicionou pela incorporação do Banco Mello em 2000, e com ele o que tinha sido anterior pertença da União de Bancos Portugueses, fruto da nacionalização, em 1978, dos bancos de Angola, Agricultura e Pinto de Magalhães, e privatizado em 1996 quando o Banco Mello o adquiriu; o que absorveu a extensa genealogia financeira do Banco Português do Atlântico e por fim, o reunido através do Banco Pinto & Sotto Mayor. Necessariamente eclética na sua natureza, congregando linguagens que vão da pintura ao desenho, gravura, fotografia, tapeçaria, cerâmica, mobiliário, numismática e medalhística, a colecção do Millennium bcp revela-se um campo de investigação frutífero: pelo estudo aprofundado dos seus núcleos disciplinares e as abordagens temáticas, transversais a cronologias, que permite; pela evidência de uma de uma história fecundada que se conta através das obras de arte e cruza em simultâneo os terrenos cultural e económico, na dinamização mútua da criação, do mercado artístico e das estratégias empresariais. Adquiridas para decoração de imóveis, inseridas em políticas mais complexas de transacções e incorporações de bens, transferidas a par das instituições a que estavam associadas ou guardadas em reserva, as obras de arte coligidas investem actualmente o Millennium bcp como depositário de um património inestimável do ponto de vista artístico, histórico e estético cuja responsabilidade de salvaguarda, valorização e fruição deve ser partilhadas por todos os colaboradores. E é neste quadro de diversidade e de responsabilidade social da empresa que algumas acções têm sido promovidas com vista à consolidação de um corpo de referência (disponibilizando obras do acervo para exposições capitais ou trazendo à colecção o olhar de diferentes especialistas de forma a contextualizar e valorizar o património reunido), à sua partilha com o público, impulsionando-a como estrutura geradora de conhecimento, identidade e cidadania.

A exposição itinerante Arte Partilhada, concebida pelo Millennium bcp com obras da sua colecção de pintura, marcou uma etapa neste processo e construiu um modo de inscrição de obras de arte que andavam arredadas da visualização pública no pensamento historiográfico da arte. Ainda que assumida pelo Millennium bcp como uma selecção institucional que referenciava algumas obras destacadas da colecção numa exposição intencionalmente plural, assente no paradigma metodológico de “uma obra – um autor”, escolhidos transversalmente ao longo de quase dois séculos, esta colectânea de 41 peças, revelava quanto a nós três aspectos importantes: a preponderância disciplinar da pintura na colecção, a sua amplitude cronológica e a diversidade de propostas visuais e de autores representados.

Se a experiência pictórica foi, na história da colecção do Millennium bcp, matricial na escolha das obras, revelando uma evidente apetência pela recepção desta linguagem, a verdade é que tal facto permitiu, sem que isso formalizasse um programa de aquisições pré-definido, a sua unidade em longa duração, com inúmeras possibilidades de reflexão. Permitiu igualmente que se fossem constituindo áreas de interesse, temáticas recorrentes e alguns núcleos autorais consistentes. Uma dessas áreas, porventura a que maior divulgação tem junto de um público especializado, prende-se com um interesse manifesto pela corrente naturalista que conduziu à reunião de obras de artistas como José Malhoa, Sousa Pinto, Carlos Reis, Alves Cardoso e João Vaz, entre outros. Mas outros há, mais singularizados, que permitem olhares igualmente unificadores e consolidam a percepção de muitos caminhos que artistas e coleccionadores percorreram na sua relação com a pintura.